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A Ecofisiologia do Aquário Marinho – 1ª Parte

Introdução

Prezados, sem que caiba aqui o compromisso do “rigor científico”, já que se trata de um hobby e não comporta o linguajar sisudo e preciso da Academia, o que sim prometemos a vocês é que, cada linha deste texto, e outros que virão em mesmo sentido, estará calcada sim, quando couber, em trabalhos acadêmicos o mais atuais possível, sobre os assuntos abordados, de modo a fornecer informação da mais pura origem e criar uma base de conhecimento sólido e abrangente, que extrapole o mero “achismo”, no entanto, o aquarismo marinho é um hobby “novo” na escala do tempo e muito do que se sabe e pratica, não foi de modo algum desenvolvido na Academia, e sim aprendido através da observação e prática dos Pioneiros, a quem sempre renderemos a nossa homenagem e brindaremos com o nosso respeito, pelo muito que já fizeram, e ainda fazem, pelo crescimento do nosso hobby.

01_400x400_aquariumEste trabalho, portanto, ainda que também calcado na coleta de informação científica acadêmica sobre a ecofisiologia marinha que, como veremos, mais corrobora que contraria o que já estava estabelecido na prática, ou quando muito o explica, será desenvolvido numa frente mais ampla e não tão “estática”, quanto à forma e conteúdo, como num artigo acadêmico se exige, embora sim, se recorra à Ciência, sempre e quando o assunto tratado seja aplicável ao interesse do melhor entendimento dos fenômenos que observamos nos nossos aquários marinhos e que, muitas vezes, por falta de melhor base, meramente atribuimos ao conteúdo inorgânico (os famosos “nutrientes”, sobre os quais a maioria dos aquaristas busca exercer um controle quase compulsivo), ou à utilização de equipamentos e produtos controversos, ou mesmo nos entregamos ao pensamento mágico de que aquele “sucesso” ou “fracasso” depende quase que exclusivamente do aquarista e do seu “feeling”, quando a realidade da observação, no ambiente natural e no labóratório, recolhe fortes evidências de que, mais que simplesmente o pool de íons e “elementos traço” existentes na água, ou equipamentos que se possam adquirir, ou mesmo o “toque da expertise” de um eventual bom cuidador, é a interação biológica entre os diversos indivíduos que escolhemos para compor a “biota” do nosso aquário que ao final vai prevalecer e determinar o bom ou mau resultado do nosso intento de reproduzir, numa pocinha de vidro, a complexidade do oceano.

Informações Gerais

A Ecofisiologia é uma palavra composta pelos vocábulos gregos “oikos” (casa), “physis” (natureza) e “logia” (conhecimento). Pretende representar, portanto, o conhecimento da natureza de um habitat e as relações entre os seus seres vivos. É uma das disciplinas da Biologia e é também chamada de “Fisiologia ambiental”, ou “Ecologia fisiológica”, tendo por objeto de estudo a adaptação da fisiologia dos organismos ao ambiente em que vivem, estando intimamente relacionada com a “Fisiologia Comparativa” e a “Fisiologia Evolutiva”. É por essa vereda de mistérios e segredos que juntos caminharemos.

O nosso “campo de estudo”, obviamente, será o micro-habitat que determinamos ao estabelecer um aquário marinho, a começar pelo tamanho que podemos ter, pelo tipo de apresentação que desejamos (Somente Peixes; Peixes e Algas; Peixes, Algas e Corais moles; Peixes, Corais moles e LPS; Peixes e LPS; Peixes, LPS e SPS; Peixes e SPS e etc…), o tipo de substrato (SSB; DSB; RSDB; BB e etc…), o material de que é composto o substrato (aragonita; chrushed coral; halimeda; live sand; beach sand e etc…), o tipo de rochas (naturais; artificiais; “vivas”; “mortas”; calcárias; graníticas; plásticas e etc…), o tipo de água (natural/coletada, ou artificial/reconstituída), o volume de água e das respectivas trocas, a circulação, os sistemas de filtração (físico; químico; mecânico; biológico e etc…), os parâmetros de densidade, salinidade, “pool” iônico, temperatura, alcalinidade, transparência, iluminação e… MUITO PRINCIPALMENTE… os seres que determinamos que “vão morar juntos” e que não têm outra opção que influenciar-se severamente uns aos outros, face ao que consomem e ao que produzem nas suas vias metabólicas, em razão da diminuta capacidade de “reposição” dos elementos consumidos e “diluição” dos rejeitos metabólicos produzidos, nos microambientes em que os pomos.

Aliás, e por oportuno, em relação a “microambientes” é importante ter sempre em mente que, um aquário marinho de dimensões “domésticas” (e mesmo “institucionais”), não importando se de 10 litros ou 10.000 litros, em relação ao oceano será sempre um microambiente semi-fechado e jamais será um “habitat equilibrado”, capaz de resolver os seus próprios problemas pelas suas próprias interações ecológicas; Sempre dependerá da atenção e dos sistemas auxiliares administrados pelo seu cuidador para que possa manter-se em relativo equilíbrio, ainda que instável, e oferecer condições de sobrevivência, com relativa saúde, aos seres que o habitam e que ali estão não porque assim decidiram, mas por nossa escolha – repito essa questão da “nossa escolha” pela importância que tem nos resultados almejados, como veremos mais adiante ao avançarmos no tema da “compatibilidade”- então, em relação a essa questão, a nossa responsabilidade é máxima e as nossas “possibilidades” já não são tão grandes quanto, diante dos recursos de que atualmente dispomos, sendo as nossas principais armas a nossa atenção e o nosso trabalho, independentemente da potência das bombas, ou do tamanho dos “skimmers” que colocamos.

O Setup de um aquário marinho

Comecemos então este trabalho, com uma breve descrição de um “SETUP” (conjunto de todas as estruturas e equipamentos que compõe o aquário):

O Aquário

O têrmo “aquário”, para efeitos deste trabalho, representará o “conjunto das águas” e fará referência ao conjunto de todas as estruturas que o compõe, mais frequentemente o display e o sump, mas em algumas montagens mais avançadas poderá conter também depósitos de água de reposição, decantadores e refúgios, cada um dos quais com a sua finalidade específica, que ao longo do texto será detalhada.

Diz-se que um aquário é “marinho” quando a montagem é dedicada a seres originados de “um” ambiente marinho (notem o artigo indefinido; ambientes marinhos há vários) e é dotada de estruturas e equipamentos que permitam mantê-los com relativo êxito e até reproduzí-los, se o aquário for configurado para esse fim e quando nas mãos de um aquarista dedicado. Isto, que parece óbvio quando lido, nem sempre é tão óbvio quando praticado, daí a necessidade que teremos, para entendimento da ecofisiologia do habitat que estamos criando, de alargar um pouquinho mais os conceitos e detalhar, de um modo um pouco mais detido, cada uma dessas “estruturas e equipamentos” sobre os quais estamos dissertando. Mais à frente, e conforme a oportunidade de contexto vá surgindo, cada uma dessas estruturas e equipamentos – como são, onde se põe, como funcionam e para que servem – irá sendo detalhado.

A primeira consideração na montagem de um aquario marinho, especialmente se é o primeiro, por óbvio, diz respeito ao tamanho. Um aquarista iniciante (ou o seu provedor financeiro, quando é uma criança ou adolescente que está desejando o aquário) por questões de insegurança em relação à persistência do postulante no hobby, e em razão do investimento inicial que está disposto a fazer, tende a optar por um aquário pequeno, por achar que “para experimentar é o suficiente” ou, quando o dá de presente, achar que “é de bom tamanho para ir começando”. As lojas dedicadas ao aquarismo também sabem disso e, para não “perder o cliente” (ou a “oportunidade de negócio”), muitas estimulam e apostam em configurações do tipo “pico” (até 50 litros), ou “nano” (até 100 litros), por entender que, se “tamanho é custo”, será mais fácil vender o que é mais pequeno e mais barato. Ainda que comercialmente isso possa ser verdadeiro, no que diz respeito à sua adequação para um iniciante, NADA PODERIA SER MAIS ERRADO! Quanto menor seja o volume de água de um aquário, mais “sensível” é o sistema às variações de parâmetros e maior experiência se requer para poder “controlá-lo”: Um “pico-reef” nas mãos de um aquarista experiente pode ser um “cartão postal”, mas nas mãos de um iniciante, ainda mais se for “empolgado”, é quase que uma receita de fracasso e, o pior é que, vencido nos seus primeiros esforços em obter os resultados que deseja, pode aquele iniciante sentir-se decepcionado e abandonar o hobby, apenas porque começou de modo equivocado.

O Display

Um tamanho mais “razoável”, para começar no hobby, seria um aquário de exibição (daqui por diante, “display”) de entre 100 e 200 litros, QUE NÃO SEJA “PLUG AND PLAY”, nem muito estreito e nem muito alto; Um aquário estreito implicaria em pouca liberdade, para o aquarista, no posicionamento das rochas do seu “aquascaping” e, se muito alto, implicaria em necessidade de vidros reforçados, em dificuldades de manutençaõ do substrato e na necessidade de uma iluminação muito mais forte (se pretendesse manter corais nesse aquário), implicando, aí sim, em custos maiores que o necessário. Como “base”, uma largura de no mínimo 50 cm e uma altura de no máximo 50 cm, variando no comprimento conforme que espaço disponível, já permitiria um “começo” bem razoável. Quanto ao formato, se o display possui os quatro lados aproximadamente iguais, ainda que a a altura não corresponda à largura, diz-se que é um “cubo”. Se possui comprimento maior que a largura, diz-se que tem “formato clássico”. Fora desses dois formatos, mais comuns, a variação é “a la carte” e, se o display é feito por encomenda, pode assumir virtualmente qualquer fomato. Hoje em dia é muito comum comum encontrar displays com cantos curvos, ou mesmo faces curvas no comércio; São bonitos, mas costumam distorcer bastante a imagem quando olhados através das faces ou cantos curvos e opõe certa dificuldade à manutenção dos vidros, especialmente se usamos “raspadores” ou “escovas magnéticas” para limpá-los.

O display, será o lugar em que irão as BOMBAS DE CIRCULAÇÃO (não confundir com as de “recalque”), o SUBSTRATO, as ROCHAS que compõe o “aquascaping”, a maior parte da ÁGUA e o OVERFLOW (queda da água, por transbordamento controlado, para o primeiro filtro), que geralmente é configurado para também executar a função de “SURFACE SKIMMER” (“desnatador de superfície”), que elimina a “nata” ou filme “gorduroso/proteico” que geralmente se forma na superfície dos aquários marinhos, atrapalhando as trocas gasosas nessa interface. Acima do display estarão as CALHAS DE ILUMINAÇÃO e respectivas lâmpadas, que deverão ser adequadas às necessidades dos seres que pretendemos manter e, ainda, poderemos ter, próximo à superfície da água do display e em conjunto com as lâmpadas, algumas “ventoinhas de refrigeração”, que poderão trabalhar em conjunto com o AQUECEDOR/TERMOSTATO e com o CHILLER (refrigerador), estes dois mais comumente colocados no SUMP, para controle da temperatura da água.

As tendências mais modernas buscam, em relação aos equipamentos do display, configurações o mais “clean” possíveis, com um minimo de equipamentos ou estruturas aparentes, favorecendo a estética do display e também a segurança dos seres que se deslocam na coluna d’água ou no substrato. Nesse sentido, algumas inovações foram criadas e trazidas ao nosso conhecimento pelo nosso querido Mestre, João C. Basso, um dos aquaristas mais experientes do Brasil, tais como o “SEXTO VIDRO”, fazendo a caída do overflow, o “CLOSED-LOOP CO-AXIAL” com bomba externa (evita aquecimentos desnecessários e substitui, com perfeita funcionalidade, o monte de “BOMBAS DE CIRCULAÇÃO” que geralmente colocamos) e, mais recentemente, as quedas e subida de água pelos cantos do display, disfarçadas com cantoneiras externas, que também disfarçam os fios e permitem retirar da vista do display e substituir com vantagem a famosa “BOTA INTERNA”, estrutura destinada a recolher a água do overflow que, além dos problemas reportados em casos de entupimento, ocasiões em que praticamente impõe o desmonte do aquário, provoca prejuízos estéticos evidentes, principalmente em aquários projetados para ocupar posição central, nos ambientes, podendo ser admirados por todos os lados. Mais recentemente, o Mestre tem trabalhado no desenvolvimento de um sistema de “CLOSED-LOOP” com bombas internas, disfarçadas em “rochas plásticas”, que parece oferecer as mesmas vantagens do “co-axial” com um custo mais barato.

Ainda em relação a “gostos e tendências”, alguns aquaristas avançados, principalmente se dedicados a SPS, tem optado, na montagem dos seus displays, pela ausência de substrato (o famoso Bare Botton, ou simplesmente BB) e pela substituição das rochas naturais ou artificiais por “rochas plásticas” (já apelidadas de “plaststones” pelo aquarista Ciro Riskalla). Para tal, transfere-se a totalidade dos seus filtros biológicos para o SUMP, como veremos mais abaixo. Ainda que uma montagem com essa configuração tenha lá suas vantagens, especialmente em relação à facilidade de limpeza e à possibilidade de trabalhar com níveis de circulação mais agressivos, que favorecem certo tipo de corais, sem o risco de ficar “levantando substrato”, pessoalmente penso que “rouba” um pouco do charme de um “aquascaping” bem desenhado em que, além do contexto de adequação biológica, seja uma aproximação à aparência ideal de um “recife natural”, que estejamos buscando.

O Sump

Além do display em si, o aquarista deverá prever também um espaço para o SUMP. O sump, ou “casa de máquinas”, como alguns o chamam, é o espaço destinado ao tratamento da água, DA MAIOR IMPORTÂNCIA, PORTANTO e, nele, na maioria das montagens, estarão colocados a maior parte de todos os equipamentos necessários à manutenção de uma qualidade mínima desse líquido precioso, que dará suporte à manutenção da vida de todos os seres sob nossa responsabilidade no aquário. Quanto à posição, o sump poderá estar no mesmo nível do display (atrás ou ao lado), acima do display (menos comum, mas com as suas vantagens) e abaixo do display (o mais comum em aquarios marinhos). Quanto ao tamanho, aqui também se aplica o “quanto maior melhor”, não só porque aumenta o volume total de água em circulação, e portando aumenta a estabilidade dos parâmetros do aquário, como também porque, conforme que evolução na orientação do aquário (quanto ao tipo e quantidades de animais ali colocados), poderão ser necessários “up-grades” de equipamentos, ou mais equipamentos, e estes demandarão sempre mais espaço.

De maneira geral, um SUMP “standard” deverá conter, no mínimo e nessa ordem, um FILTRO MECÂNICO para retenção de sólidos grosseiros que venham do display e um FILTRO FISICO-QUÍMICO, representado pelo SKIMMER, ou “escumador” ou, ainda, “desnatador de proteínas”, que atua pelo aproveitamento de um fenômeno de superfície que ocorre na interface de pequenas bolhas de ar em meio à água, fazendo com essa superfície fique “polarizada”, ou seja, exiba cargas elétricas de polos opostos (positivas por fora e negativas por dentro da “bolha”) atraindo assim partículas de carga contrária que estejam em suspensão e conduzindo-as à superfície, pelo interior do equipamento, por diferença de densidade. Essas partículas, em boa parte proteicas e lipídicas e em grande parte iônicas, pelas suas propriedades coloidais, terminam por produzir bolhas persistentes no tempo, tipo uma “espuma”, semelhante à do sabão, que se acumula e extravasa num recipiente projetado para esse fim (o “copo” do skimmer), podendo então ser retirada e, com isso, reduzir a “carga orgânica”, antes mesmo de que entre no ciclo bacteriano, mas, infelizmente, nunca será apenas o que “não presta” o que o skimmer estará retirando, como veremos mais à frente.

Além desses dois filtros, sempre será necessária uma BOMBA DE RECALQUE (não confundir com as de circulação e nem pretender que cumpra essa função) e, conforme que posição o sump ocupe em relação ao display, esta deverá estar no sump quando este esteja no mesmo nível do display, ou em nível inferior e, caso o sump esteja em nível superior ao display, a “bomba de recalque” estará no display, e não no sump, sendo o retorno de água do sump para o display, nesses casos, feito por gravidade – Há quem veja vantagens no modelo de “sump em nível superior ao display”, exatamente por isso: O retorno de água pela ação da gravidade. Isso permite, por exemplo, acoplar ao sump um REFÚGIO, em que possam se desenvolver populações de “pods” (anfípodes, copépodes…) que poderão servir de alimento aos peixes, ao descer para o display por gravidade favorecendo alguns espécimes de mais difícil tratamento, tais como “dragonetes” e “mandarins”, compensando, em parte, a dificuldade de alimentá-los com produtos industrializados (mas disso falaremos já mais à frente, no contexto adequado). Quando o refúgio é montado num sump de mesmo nível ou abaixo do display, também funciona, mas aí os “pods” voltam para o sump através da bomba de recalque e muito já chegam mortos ao display, o que reduz em muito, para os espécimes que os consomem, a sua “atratividade”.

Ainda no sump, além desses três equipamentos básicos e praticamente indispensáveis anteriormente citados, poderá ser o local onde colocaremos parte ou a totalidade dos FILTROS BIOLÓGICOS (mídias de vidro sinterizado tipo “Siporax”, caixas de substratos vários, rochas, “bioballs”, reator de biopellets, etc…), FILTROS FÍSICOS (ultra-violeta, ultrassom…), FILTROS FÍSICO-QUÍMICOS (fotocatalisadores homogêneos ou heterogêneos, por exemplo), FILTROS QUÍMICOS (reator de ozônio, H2O2, removedor de fosfatos…), REPOSITORES IÔNICOS (reator de cálcio, Balling, kalkwaser…), DESNUTRIFICADORES (ou “redutores de nutrientes”, tais como o “algae turf scrubber”, ou ATS, que é capaz de, no mínimo, reduzir nitrato, fosfato e carbono orgânico por consumo, oferecendo um leito com condições favorecidas para o crescimento de algas que, em contrapartida indesejável, poderiam vir a crescer no display do aquário), AQUECEDOR/TERMOSTATO para garantir as temperaturas mínimas do aquário e, também, conforme que montagem, a SERPENTINA DO “CHILLER”, para o caso de que seja necessário esfriá-lo. Do brevemente exposto, creio que fique mais fácil entender a questão do “quanto maior melhor”, como anteriormente citado. Finalmente, e ainda quanto ao espaço destinado ao sump, é ali que geralmente se instala o reservatório de água doce deionizada, para reposição das perdas por evaporação e, também, a Central Elétrica, para energização de todos os equipamentos do sistema e dos seus dispositvos controladores.

Pelos riscos óbvios envolvidos num ambiente com eletricidade e água, se o aquarista não detêm um bom conhecimento a respeito de instalações elétricas, é fortemente aconselhável que contrate os serviços de um bom profissional da área, para cálculo, dimensionamento e instalação dessa Central Elétrica com um bom nível de segurança, evitando as “soluções fáceis” dos “filtros de linha” e demais gambiarras.

Descrito estão o SETUP, ainda que sumariamente, prosseguiremos nos próximos capítulos com considerações a respeito da BIOLOGIA, iniciando pela CICLAGEM e continuando pela introdução dos espécimes, com foco, evidentemente, nos aspectos ecofisiológicos dessas introduções, em relação ao “todo”, determinados pelas suas características particulares.

Sobre Jose Mayo

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One comment

  1. Muito bom o artigo,uma leitura fácil que se faz obrigatória para quem quer ter sucesso no futuro aquário e para quem ainda tem alguma dúvida.Eu estou projetando o meu primeiro aqua marinho então sempre estou buscando absorver mais conhecimento possível para ter o minimo de prejuízos financeiros e com a montagem.
    Obrigado!

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